O TEMPO E O SACRIFÍCIO

Todo sucesso é fruto de um sacrifício. Resultados só surgem com trabalho, dedicação e esforço.

Tenho observado o poder do sacrifício. Acredito que somente com o sacrifício de algo de muito valor é possível alcançar grandes resultados. Um feriado, um final de semana, umas férias.

Aquele que sacrifica esses períodos de descanso e lazer para realização de seus sonhos, projetos e trabalhos sinceros, somente terá frutos gordos e adocicados para colher.

Sacrifique uma noite com os amigos no bar por uma noite com os amigos estudando.
Sacrifique uma festa, por uma boa noite de sono e um dia frutífero de trabalho no dia seguinte.

 
DA NATUREZA TEMPORAL DO SACRIFÍCIO
 

Nos textos religiosos antigos, o sacrifício estava quase sempre associado a oferta de uma vida, seja humana, ou animal.

Quando refiro-me ao sacrifício, falo sobre o tempo.
Quando investes tempo em uma atividade está sacrificando parte da sua vida àquilo.
Só que existe um porém.

O tempo não para. Sendo assim, cada segundo que passa é um pequeno sacrifício da vida.
Estamos em constante sacrifício.

 
A multa por viver é a morte.
 

Cada momento que dedicamos à uma atividade é um sacrifício real, de sangue e de vida, trata-se do maior sacrifício possível, que é o auto-sacrifício.
Cuidado com como usamos nosso tempo, pois ele está sendo dedicado em forma de sacrifício àquela atividade.
Receberemos a recompensa por esse sacrifício prontamente e essa pode ser boa ou ruim, basta analisar a atividade.

Além disso estamos criando e reforçando um hábito, que é a forma mais poderosa de molde de comportamento.
Sacrifique ao trabalho, à educação, à bondade, à generosidade, à compaixão, à compreensão e só obterá resultados fantásticos.

Como muito bem apontado por Neil Gaiman em Deuses Americanos, imagine que cada segundo de sua vida dedicado à uma atividade alimenta um Deus, o seu sacrifício (tempo) só o fortalece cada vez mais.

Quais deuses você quer que sejam grandes na sua vida?

 

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RAP VS ROCK

A friend showed me this new tune from the fucking ZZ Top dinosaurs and I was just thinking about how these guys were still doing it and reinventing themselves after more than 40 years.


After reading the comments I was surprised with the fact that the were doing a cover from a ‘98 rap song from some fellow countrymen guys.

 

That was very surprising taking how the lyrics translated very well from a music style to another, which reminds how music it’s not really about who’s the best musician or what is the best, or the most rightful, or noble style, but is about getting the sincere human expression flowing and about having the sensibility to understand it and enjoy it.

It shows that musicians and music lovers are equally willing  to create and appreciate art and beauty.

That somehow made me remember some old cool rap-listening experiences I had when I was younger.

And a kindof similar connection between rap and rock that Linkin Park presented to me.

I was a very ‘rocky’ kid, and one of my first favorite bands was the Linkin Park.

I used to go to the supermarket with my mother and I always asked her to buy records from the bands I like, and it hardly ever happened.

Since one day, when she was in a good mood.. that day unfortunately there wasn’t any copy of Hybrid Theory around, the only album I knew (my neighbour had it), but there was this other one with this awesome cover and funny song names, I couldn’t help to buy it.

When I get home, at first I was a little disappointed, because as a musically raw kid, all I wanted was the same old album from my neighbour playing over and over.

But that was the only thing I had in hands. I had to be happy with that, and time taught to love that album.

Over the years it became ever more pleasing to be than the original one.

Coming back to the main topic, there’s was a lot of rapping going on in that album.

But there was one song that stood out to me.

That was because of a very specific voice that used to make me laugh and I really liked the way the guy used to sing.

The song was Frgt_10.

 

That guy was Chali 2na, and I just found some gold googling him:

 

I’ve need been very much into rap (had my good and bad experience, but never something that would make me list it into my top 10 or so) but this tune just aroused in my a new passion for this kind of music.

So they say.. rap is the thing… I say it is when when fucking well done like this guy does!

Awesome combination of very good lyrics, rhythm and some kind of a Brazilian thing going on there, like this guy here noticed and sampled brilliantly:

 

I just love how music brings you on and out its many variants, waves and possibilities.

How it mix with my memories and surprise me every day bringing back forgotten emotions, feelings and thoughts. And also at the same time, creating new ones.

I just fucking love music.

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Acorda, senta e escreve.

Tô sentindo uma dificuldade pra escrever. Parece que não tenho nada pra dizer, nenhum assunto importante pra discutir.

Tudo parece estar meio que organizado na minha mente, mas não faz sentido colocar no papel pela natureza dos pensamentos, muito pessoais ou ingênuos ou incompletos.

Enfim.. isso é mais um desabafo do que uma dissertação.

Não vou me prender à padrões.. deixo a pena fluir e a musa me guiar;

Falando sobre mim e mim vida, tenho me interressado muito em empreendedorismo desde um bom tempo atrás, mas finalmente começei a fazer alguma coisa concreta.

Participo agora da produção de um site que reflete uma ideia antiga.

Mas, como nem tudo é perfeito já me deparo com empecilhos antes mesmo de começar. O problema: Incapacidade técnica. Como posso querer construir um software sem ter domínio sobre as ferramentas necessaria para a construção do mesmo?

Isso é mais do que motivo suficiente para uma pessoal racional desistir.

Mas por quê continuo insistindo nisso? Qual o sentido de procurar algo que não me é tangente.

Já flutuo no mundo da computação à alguns anos, já tive e deixei de ter vários interesses em várias areas. Me empolguei e desempolguei várias vezes, vi vantagens e desvantagens. Pensei em desistir ou continuar seguindo inúmeras e incontáveis vezes.

Mas qual a graça de desistir e qual a graça de continuar?

Por que será que apesar de todas essas voltas que dei, me deparo novamente inserido em um ambiente onde os que me rodeiam estão totalmente focados em guiar suas energias na direção do desenvolvimento tecnológico?

Será que de alguma forma estou sendo guiado nesse direção por alguma força não-conhecida? ou será que ao fugir desse caminho estou negligenciando a mim e tentando fugir do que eu sou e represento?

Acho que já estou me tornando chato com tantas perguntas seguidas, mas são perguntas que realmente não me preocupo em responder agora, pois só o fato delas existirem já me é satisfatório e motivacional para continuar tentando seguir nesse caminho, uma ultima vez. Agora pra ganhar, pra ir até o fim, pra criar resultados.

Já compreendi que como profissional não devo me identificar pessoalmente com minhas ferramentas ou meu trabalho. São apenas instrumentos de algo maior.

Preocupo-me apenas com a execução do trabalho. Com o fato do trabalho estar sendo executado regularmente. Só isso.

Estou trabalhando todo dia? Ótimo! É só isso que importa.

Se o trabalho é bem feito ou mal feito, se vai dar frutos ou não, se vale a pena ou não, só o tempo dirá… Mas estou fazendo a minha parte, estou me esforçando, estou procurando a concretização das minhas ideias, colocando-as à prova das minhas limitações técnicas e  humanas e o mais importante de tudo, indo até o fim e compartilhando o resultado com o mundo.

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