É muito difícil manter e fazer amizades

As pessoas são burras. Esperam mais do que deveriam umas das outras. Começam a atribuir responsabilidades à seus próximos dentro de suas mentes sem nem mesmo avisá-los.

Agindo assim sempre se decepcionam, pois seus “amigos” certamente falharão em seus testes. Eventualmente uma pessoa trairá, negará ajuda ou faltará à presença quando mais necessário e esperado. É justamente quando se mais precisa e se espera pelos outros, que eles se abstém.

Ai está o grande erro. O primeiro grande erro da humanidade.

Uma das melhores lições de Jesus é essa, que até mesmo o próprio filho de Deus será traído e negado por seus mais próximos. Até mesmo ele, que operou vários milagres na frente de todos, provou e convenceu várias pessoas sobre suas idéias e patentes divinas, se viu sozinho em seus momentos finais.

Todos seus discípulos fugiram no momento de sua prisão. Jesus, claro, com muita elegância, previu e fez menção à esses fatos para que todos escutassem e todos negaram a realidade, até que ela se apresentou imponente e real bem na frente deles.

Não importa se tudo isso era verdade ou mentira, se aconteceu ou não, a reflexão do exemplo é gigante. Mesmo que nada disso tenha acontecido, e não passe de pura ficção, o exemplo é tão real e atual quanto esse texto.

Se traíram e negaram até o próprio filho de Deus, por que não hão de trair você, humano comum e sem graça?

Não se iluda pensando que é diferente, porque não é. Não és nem filho de deus, nem deus, nem semideus. És humano, torto, errado e  com memória fraca.

Irá por certo esquecer a ajuda que teu amigo te deu e negar-lhe quando esse mais precisar e esperar por ti. Irá trair àqueles que são mais fieis a ti.

Por isso digo, tente retribuir àqueles que te despertam gratidão, o mais rápido possível, para que no futuro, quando vier a negá-los ou traí-los, sinta-se menos culpado em sua consciência. E tente sempre lembrar, quando começar a sentir que está sendo lesado, traído ou deixado para trás que a culpa é somente sua.

O segundo grande erro da humanidade é buscar no outro aquilo que falta em si mesmo.

A culpa é sua pois você esperou mais do que deveria daquela pessoa. Você a transformou em condição necessária e suficiente para a sua felicidade, sucesso e bem-estar. Ah! Jovem gafanhoto, como erras bravamente! Você é o único e verdadeiro culpado da sua ruína, da sua solidão e do seu fracasso.

Se a amizade acabou, a culpa é sua, que esperou demais daquela pessoa e acabou se decepcionando em vão, ou não deixou claro o que ela poderia esperar de você, assim decepcionando-a.

Se o relacionamento acabou, a culpa é sua. Que ao esperar mais do que poderia daquela pessoa: atenção, fidelidade, amor recíproco, foi incapaz de suportar a convivência afetiva por intolerância à natureza desse alguém.

A culpa do fim do relacionamento é sua, por idealizar uma personalidade e uma moral que fogem a natureza real daquela pessoa a qual se relacionou. Da mesma forma a culpa continua sendo sua caso você não tenha conseguido deixar transparente — ou esconder por completo (o que é o que muitos tentam fazer) — sua verdadeira natureza e princípios, não deixando claro o que pode e o que não pode ser esperado de você.

Por isso policie-se. Observe se não está dando responsabilidade demais aos outros, quando na verdade deveria dar a si mesmo.

O único responsável pela sua felicidade é você mesmo.

Anúncios
Standard

Jornada pelo novo e diferente

Tá ai umas das muitas invenções que surgem, não deixam de ser interessantes, mas que com certeza nunca vão vingar.


Como sempre que entro no youtube, é impossível não resistir às sugestões que me aparecem à direita, ainda mais com thumbnails tão convidativos quanto esses. À um curioso como eu, isso cai como uma isca certa para me fisgar em um interminável stream de videos e mais videos, mas com esse blog, tento dar significado à esse tempo “perdido” e tento trazer minhas opiniões e gerar conteúdo a partir do conteúdo, antes apenas diluído em horas irrecuperáveis.



Esse instrumento, ao contrário da maioria das invenções, parece que conseguiu encontrar mercado em um nicho de uma subcultura muito específica. Talvez por apresentar um som tão diferente e enigmático, ele parece despertar um interesse espiritual em seus tocadores e ouvintes, por isso ele encontra como casa, o território alternativo, espiritual e andarilho.

Para além disso, temos a clara influência da cultura indígena australiana, juntamente com o que só uma jovem alma pode criar, como toda sua excitação juvenil, a mente agitada une vários instrumentos e produz sons únicos, que nos levam do indígena ao eletrônico.


Termino minha jornada em meios a virtuose musical humana pousando em um lugar confortável, onde o clássico e formal dão espaço à expressão, que não é nem pior nem melhor que nos exemplos anteriores, mas por seu carácter clássico e familiar, nos dão uma maior sensação de conforto e conformidade.

Standard

Cory Henry e o Seaboard

Quem está empolgado com o Seaboard? Eu tô empolgado com o Seaboard!
Finalmente um novo instrumento realmente relevante.
Sempre me interessei muito por invenções, inovações, variações e novidades, mas somente agora sinto que surgiu algo que alimenta mais que apenas minha curiosidade.
Seaboard é um produto revolucionário com certeza, e não duvido nada de sua capacidade de se tornar tão popular e mainstream quanto qualquer outro instrumento.

Mas pra quem não faz a menor ideia de sobre o que eu tô falando ai vai um vídeo de demonstração do que é esta maravilha:


Além, é claro, do site oficial dos caras: https://roli.com/products/seaboard-grand

Mas meu intuito aqui, apesar de toda minha empolgação, não é fazer propaganda pra esse produto que me deixou doido. O que quero é compartilhar uma descoberta gratificante que veio junto desse teclado: Cory Henry.

Sente só do que eu tô falando:

O cara é foda. Esse sim, sabe se abrir e expressar toda a sua alma, mente e corpo através da música. Esse é o tipo de cara que vai ser lembrado daqui a muitos anos, depois da morte, claro, como grande gênio da música.

Mas ainda não é nessa novidade da indústria musical que se abriga a genialidade de Cory, e sim nos antigos órgãos Hammond, e nas canções espirituais que por ele se entonam:


Emocionante! Dá pra ver a alegria e surpresa estampada no rosto das pessoas.
Todo mundo reconhece um gênio quando vê.

Só mais uma pra fechar e ir dormir em paz:


As vezes parece até que eu tô ouvindo o Jimi nos teclados...
Por essas e outras, afirmo que a arte é muito mais espirito do que talento. Esse cara vai além da simples técnica e prova que é preciso muita sinceridade, abertura e despretensão pra fazer música boa de verdade.

Standard

Snowblind

Poucas pessoas que eu conheço sabem, mas o System of a Down fez uma versão incrível dessa música:

É um exemplo belíssimo de liberdade interpretativa. A forma como eles se expressam através das letras e acordes originais do Black Sabbath, só mostra o quão eles são sinceros sobre sua musicalidade.
A música passeia entre agitação e calmaria de uma forma não-forçada e gostosa de ouvir.

Standard

Pink Floyd

See emily play estava na minha cabeça.

Vendo esse vídeo, senti um pouco da jovialidade e espontaneidade deles.
Além da mudança clara que eles foram sofrendo ao longo dos anos.

Interessado nessa intrigante faixa, li o post do songfacts sobre ela e me interessei pelo álbum de retrospectiva chamado Echoes.

Lendo sobre esse álbum na wikipédia, me deparei com outra faixa, de nome intrigante e da qual não tinha ciência até o dado momento.
Me refiro à Careful with That Axe, Eugene:

Que achado! Esse é o tipo te música que te leva numa viagem sem esforço, te transmite as sensações e emoções dos músicos e demonstra como a música é muito mais que apenas uma coisa de momento, e sim uma forma riquíssima de comunicação.
Não é necessário o uso de nenhum entorpecente para se sentir levado à lugares não comumente visitados na mente. Entretanto, tenho um forte inclinação a acreditar na forte influência de tais substâncias na composição e execução dessa música…
Provavelmente a música também tenha esse poder, de transmitir a ‘onda’ de quem a produziu.

Standard

Michael

“I’m working on it!” said Michael as he run to towards the front door.
“What are you gonna do about it?” cried Jessica, staring at him with worried eyes.
“Nothing.” Michael replied in a cold tone as he closed the door behind him with a loud noise.
It was a hot Saturday afternoon and Jessica stayed all day at home waiting for her husband to come back. She was constantly eating in order to control her anxiety.

 

Meanwhile in the opposite side of the town, Michael arrived at the factory around 8:10 AM, a little late for a normal employee, but not for him, facing that he was the president of the company.

“Where is she?” cried him, after opening John’s office door.
“I don’t know.” replied John with surprise and fear, as his eyes automatically moved towards his little book shelve in the other side of the room and a little drop of sweat rolled on his forehead.

Michael noticed John’s eyes movement and directed himself towards the self. With an strong movement he thrown the shelf in the ground revealing a secret door, hidden behind it. The door didn’t open as he pulled it.

“Gimme the fucking key.” cried Michael with a killer look in his eyes, as he was almost reaching insanity. In a quick movement John pulled out a gun from behind his desk and aimed it to Michael.
“Alright! Now calm down buddy,” said John in a friendly yet mocking tone.
“How dare y… What are you gonna do? Kill me? You’re not that stupid, fuck off and gimme the fucking key” replied Michael, sure that John was too afraid to do anything.

“I guess you are not fully aware of the situation, my dear friend.” said John with a musical voice and a sadic smiley drawn to his face. “I got a loaded gun pointed at you… we are in no terms of negotiation. Now, you calm down, leave my office and pretend that nothing of this ever happened, and I will forget this situation. Keep giving me this bad attitude and things will get dark for you and your little friend.”
After saying this, John smiled at Michael with so much satisfaction and excitement as they were having a talk about a joke in a pub.

 

Michael stood there staring at John for what appeared to him an eternity, thinking about all the possibilities and acknowledging John’s illness and sadism.
After a long minute Michael finally gave up and controlled his anger, seeing that any harsh movement at that moment would be a poor decision. He should head back and think of a plan to rescue his loved one.
“Alright. I’m getting off now but don’t think this is a finished business.” said him as he turned and head to the door.

As Michael was leaving John called him. “Hey Michael! Just one more thing,” “What is it now?” John replied. “You’re wrong. It is a finished business.” Them he walked to the secret door and unlocked it.
“I’ve changed my mind. This is such a messy and ugly thing. We should put an end to all this right now!” As he finished talking, John moved back to his tables, took a seat and lowered the gun. “Go and get’er. I don’t care anymore. You are forgiven. Ger her and leave now.”

 

Michael has so much things going on in his head right now he became dizzy. This whole thing was so confusing that he couldn’t even believe it was all about to be over.
In a automatic impulse, Michael runned to the little door and opened it so fast that it took a while for him to realize what was inside of it.

It was a little dark room but there was enough light in the main room to make what was inside of it visible to Michael.
There was parts of a human body sitting all over the place, on the top of the forniture. All of them very well conserved and trimmed. In the very center of the room, Bella’s head was looking at him.

Michael simply couldn’t believe in what he was seeing. It was extremely shocking. He never thought that John would be capable of a such grotesque attitude. He was frozen. He felt as all the world was falling apart. Suddenly he realized he was crying but he didn’t felt it coming. A little nauseous feeling took him off, and he felt like fainting.

As he turned back with all his anger, to avenge the life of his beloved, the only thing he could feel was the taste of blood in him mouth. He’s been shot but everything was so intense and so fast he couldn’t ever feel it. The last thing he saw was a laughing John having so much fun watching his ruin as a kid who watches a cartoon.
After Michael felt in the ground bleeding, his blood touching his beloved head, John phoned his secretary to clean up the mess.
John was laughing so hard and having such a nice time, he lighted a cuban cigar to celebrate that moment.

 

A few hours later, someone knocked at John’s office door. “Come in.” cried him, with a welcoming and nice voice.
“Hi! My name is Brad.” said a nervous young guy. “I came for the job interview.”
“Oh yes! Alright, Brad. Take a seat them! I guess we’re gonna have a really great time! Do you wanna hear a joke?”

Standard