Poste uma foto divertida de si mesmo

Exemplo: “Eu ia tirar uma selfie, mas o sol bateu na meu zoi.”
Espere a reação, veja os likes, os comentários.
Poste um vídeo.
Crie conteúdo de exposição pessoal e somente então profissional.
Empatia e conteúdo.

Essa ideia é resultado do meu diálogo com as redes sociais, que foram jogadas ai na nossa cara, uma verdadeira enxurrada de informações, opções, possibilidades… tudo isso pra uma mente criativa é muito instigante e eu me sinto constantemente estimulado pelas redes sociais à participar delas, e como sempre né, me dar bem nelas, ser bom nelas. Eu tenho meio que essa vontade de ser bom em tudo na minha vida.

Sucesso nas redes sociais nunca foi um sonho primordial—assim como carros, mansões e festas nunca foram—até porque surgiram recentemente comparadas às paixões mais antigas. Sonhos implantados. Mas mesmo assim elas me intrigam e criam em mim uma vontade de master them.

Eu quero sempre vencer. Quero sempre ser bom. Tudo eu quero fazer bem. Tudo que me aparece é um desafio.
E a ideia da rede social me é fascinante. A ideia de viver de rede social me é fascinante.
Acho que é daí que surge esse blog e a vontade de fazer um youtube, de viver uma vida onde eu troco exposição por dinheiro. Onde o meu sustento vem do meu manejo das redes sociais, e como as pessoas respondem à isso. A criação de um público. Fãs.

No fundo eu sempre quis ser famoso. Desde a época em que me apaixonei pelo rock, e consequentemente pelos astros do rock.
Se eu for pensar bem, o que me leva a admirar e querer ter o estilo de vida desses caras, ou de qualquer outra pessoa famosa,—a similaridade das vontades— é justamente o fato de que todos esses que se tornaram famosos ou notórios, ou ficaram imortalizados, foram grandes homens em suas áreas, e todos eles estavam fazendo o que queriam, estavam seguindo às suas vontades, estavam trabalhando com prazer.

Essa é a raiz da vontade de ser famoso, porque todo famoso está fazendo o que gosta e sendo recompensado por isso, pelo menos no ponto de vista simplista de um adolescente.
Quando eu começo a admirar os rapper’s americanos é porque eu olho pro estilo de vida deles e acho fantástico.
Mesmo coisa ao admirar youtubers, chefs, entrepreneurs, rock stars, atletas, atores, músicos…
Sempre que eu vejo alguém fazendo alguma coisa que eu gosto ou gostaria de fazer, e tendo sucesso naquilo, ganhando dinheiro com aquilo, eu já me empolgo e fico com vontade de seguir aquele caminho, porque eu vejo que deu certo, que está dando certo. Se ele conseguiu eu consigo também.

Sempre que eu vejo algum amigo, ou conhecido passando em concurso público ou arrumando uma vaga de emprego qualquer, isso me entristece. Principalmente quando eu vejo que a pessoa não sente o menor prazer com aquilo. É simplesmente um emprego, uma forma de ganhar dinheiro pra se sustentar. Pra pagar pelas taxas de viver. E quem sabe no tempo livre, se sobrar tempo, e se não estiver cansado ou de saco cheio, fazer aquilo que gosta como um hobbie. Ser finalmente feliz.
Sempre que eu me coloco nessa situação, me imaginando no lugar dessa pessoa e projetando meu futuro assim, fico deprimido, me dá uma bad.

Porque eu não quero viver uma vida fraca, paia, cansada, me arrastando, pulando de momento em momento, sempre à procura da folga, do descanso, do fim do expediente, do fds, da cerveja, da maconha, da série no netflix, da televisão, do youtube…
Sempre fugindo do momento presente, porque o momento presente é deprimente demais para encarar. Por que o momento presente não me dá prazer.

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